16 Maio, 2009

Imagem interessante das espécies mais perigosas do Mediterrâneo

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Nasceu Gael, filho do Gordo e Tatá

Esse post, assim como o nosso blog, já está desatualizado. Dia 10 de maio nasceu o Gael, filho do Gordo e Tatá. O bebê nasceu um pouco antes do tempo, mas está bem. Infelizmente não tenho fotos no meu computador, mas é só acssar a galeria de fotos do Gordo que tem um monte de fotos por lá. Pai e mãe estão curtindo a primeira semana. Para informações mais atualizadas visitem o blog do gordo.

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21 Março, 2009

bombardeio de sacos de areia durante a II Guerra em Fortaleza

Graças a Bruno, ontem li no site do gordo uma história que o vovô Sinésio sempre contava pra gente. Ele conta que durante a II Guerra em Fortaleza haviam exercícios com a população civil para um eventual bombardeio do alemães. As sirenes tocavam avisando do bombardeio e então vinham aviões do aeroculube de Fortaleza que atiravam saquinhos de areia de seus aviões nos desavisaos que não buscavam abrigo. Durante o "bombardeio" se podia buscar abrigo em qualquer lugar, o que dava a chance de alguns rapazes esperarem o bombrdeio proóximo a casa de mulheres distintas.

Aqui vai uma passagem do livro "A história da aviação no Ceará" (Augusto Oliveira, Ivonildo Lavôr. Fortaleza: Expressão Gráfica e Editora Ltda. 2007) que Bruno digitou e que está no site do gordo. Estou tentando comprar o livro, mas até agora sem sucesso. Quando tiver alguma notícia de onfde encontrar o livro publico aqui no blog. Leiam o trecho.

Enumeramos, a seguir, alguns fatos pesquisados sobre a Segunda Grande Guerra em Fortaleza. Além de livros, revistas, jornais e narrativas do jornalista e escritor Geraldo da Silva Nobre, conversamos com o veterano e saudoso piloto do aeroclube do Ceará, Hélio Guedes Pereira. Veja a seguir.

De acordo com Geraldo Nobre, a partir de junho de 1941, Fortaleza intensificou exercícios de “defesa passiva”. Os treinamentos com a população levavam em conta possíveis ataques inimigos…

A população estimada de Fortaleza em 1941 era de 180.185 habitantes, os habitantes vivenciando um total clima de expectativa em torno de um conflito mundial.

Havia muita desinformação e despreparo. Essas foram as condições que os Fortalezenses “enfrentaram” com os terríveis inimigos dos aliados, as forças do Eixo.

Segundo o jornal O Povo, edição do dia 26 de janeiro de 1943, “foi realizado domingo, na zona fabril de Fortaleza, o segundo exercício de defesa pacífica antiaéreo, promovido pela diretoria regional…”

Às 9h30min precisamente, os bombeiros que se localizavam na torre de comando do quartel, no edifício da Praça Fernandes Vieira (Praça do Liceu), anunciaram a aproximação dos aviões inimigos. A medida era tida como necessária para “preservar” a cidade de possíveis ataques por submarinos.

Geraldo Nobre relata também que “o setor civil, encarregado da defesa, orientava para que as famílias pintassem de preto as vidraças das janelas e portas para impedirem, que à noite, devido à iluminação interna das casas, principalmente aquelas que ficavam mais próximas da orla marítima, fossem alvo também da ação dos inimigos”…

“Em agosto de 1942, o Brasil já participava da 2ª Guerra ao lado dos aliados. Os cearenses temiam que a capital cearense fosse ponto estratégico para a guerra na África, sujeita, portanto, a possíveis bombardeios”, lembra o historiador.

Imediatamente, ainda segundo o jornal, “as sirenes soaram o alarme. Os aparelhos do aeroclube do Ceará, em número de quatro, sobrevoaram a zona visada, atacando de preferência, os prédios do liceu e do corpo de bombeiros”.

O jornalista e escritor Geraldo Nobre, em entrevista ao Jornal Diário do Nordeste, de Fortaleza, em 24 de maio de 1995, data comemorativa dos 50 anos da vitória dos aliados na 2ª Guerra Mundial, disse que o corte de energia elétrica era sempre feito à noite, mantendo a cidade sobre blecautes, medida antipática e que causava medo à população.

Geraldo Nobre fala também de notícias alarmantes que aqui chegavam e alimentavam cada vez mais o sentimento de medo da população, ensejando as autoridades militares e civis que organizassem um serviço de defesa para a cidade.

Treinamentos diários de sobrevivência eram realizados com a população. Os fortalezenses quase entravam em pânico a cada simulação de “bombardeio” que era realizado pelos monomotores do aeroclube do Ceará.

O veterano e saudoso piloto do aeroclube do Ceará, Hélio Guedes Pereira, disse que durante 30 minutos vários aviões – sendo um deles, sem dúvida, pilotado pelo mestre Hélio – sobrevoaram a cidade em vôo rasante, principalmente sobre as Praças do Ferreira, José de Alencar e Praça do Liceu.

Como as antigas aeronaves não tinham luzes de navegação, Hélio Guedes Pereira informou que a saída encontrada pelos pilotos da época era amarrar lanternas na montante dos aviões para evitar possíveis colisões. “Sirenes eram acionadas e o povo corria para se abrigar como se a cidade estivesse sendo realmente bombardeada”, disse.

Mestre Hélio contou ainda que os pilotos, logo que avistavam um transeunte, tentavam acertá-lo com pequenos sacos de cal.

Cenas hilariantes aconteceram durante os “bombardeios”, relembrou o experiente piloto. Segundo ele, o fato mais engraçado de todos ocorreu com o comandante do corpo de bombeiros, na época o capitão PM José Nogueira Caminha. “Ele foi atingido por um dos sacos de cal, um petardo de 500 gramas”, disse. O citado militar, segundo ainda Hélio Guedes, que era também membro da defesa passiva, ficou muito envergonhado com o acidente.

Ainda como defesa da cidade, descreve Hélio Guedes, “foram transferidos para o farol do Mucuripe (farol velho) cerca de 12 canhões da marca krupp, com o objetivo de revidar possíveis ataques alemães”.

Na realidade os velhos canhões fabricados na Alemanha pouco poderiam fazer com relação a possíveis ataques submarinos. Eram armas de artilharia próprias para serem utilizadas terra-a-terra. Além disso, tinham o alcance médio de no máximo dois mil metros.

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15 Março, 2009

Francisco comendo banana

Francisco começou a explorar o mundo dos sólidos pra complementar o gagau. Vejam ai o vídeo.


video

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20 Dezembro, 2008

Francisco em Lamington National Park

Já faz um tempão que não coloco nada aqui no blog. Francisco nasceu no dia 2 de dezembro e desde então temos tido bastante atividade por aqui. Vovó Tereza e vovô Nelito vieram pro nascimento e aqui ficarão até meados de janeiro de 2009.

Hoje vovó Tereza, vovô Nelito, Manu e e Chico fomos com o Rodrigo, a Sol, o Alonso e o Pablito pra um Parque Nacional chamado Lamington (Lamington National Park), mais precisamente em um lugar chamado O'Reilly, onde o Chico fez a sua primeira trilha no seu carrinho turbinado. Saimos de casa logo depois da mamada das 4 da manhã, o que nos garantiu bastante tempo pra curtir o lugar. Tava friozinho por lá, o que foi ótimo porque em Wellington point tem feito ~30 graus quase todos os dias!!! O'Reilly tem um centro de visitação, trilhas que vão de 700m a 25km, além de algumas vinícolas. Chico se comportou muito bem no carro, dormindo a viagem inteira tanto na ida quanto na volta (cada pernada durou umas 2 horas). Ai vão algumas fotos do dia.

Vestido a caráter pro dia!
Mamãe e Chico na trilha
Papai e Chico na trilha
Sei que é difícil de entender na foto, ma mamãe e Chico estão na verdade seguindo para a direita, apesar da distorção da foto indicar o contrário.

Off-Road com o Rodrigo
Chico passeando na copa das árvores
Chico na ponte suspensa
Chico feliz da vida passeando
O ataque dos periquitos

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14 Outubro, 2008

Tio Xixi

Outro dia estava falando com o vovô Sinésio e a vovó Diva sobre os 'Franciscos' da família. Eles me disseram que o vovô tinha um tio que se chamava Francisco, mas que todo mundo o chamava de 'Xixi'. O intressante é que o tio Xixi era o pai do primo Flósculo. Encontrei a história do tio 'Xixi' no site da família Lustosa, que reproduzo aqui embaixo:


UM POUCO DA HISTÓRIA SOBRE XIXI COMO SE FEZ JORNALISTA

Nasceu Francisco Lustosa Cabral (Xixi), na fazenda “São Bento” deste município a 21 de abril de 1871, sendo seus pais João Bento de Figueiredo da Costa Araújo e Vicência Lustosa Cabral.
Em moço dedicou-se ao comércio. Contraiu núpcias com Joana de Castro Cabral, tendo uma única filha, Olindina, falecida, e das segundas núpcias com Maria Dolores Cabral, provieram Flósculo, desaparecido há pouco tempo, Nelson, Levi, Vinicius, Wilson, Waith, Emília e Olga Lustosa.
Militou ardorosamente na política de Venâncio Neiva e com a deposição deste, em 1892, conservou-se fiel ao seu partido obedecendo, em Patos, à chefia de José Herculano Bezerra Luna que havia sido deputado à Constituinte.
Apesar do ostracismo prolongado desse partido, jamais o abandonou e deixou de se esforçar pelo seu soerguimento.
De uma feita, indo à Paraíba, (hoje João Pessoa), aproximou-se de Coriolano, seu parente afim, e depois de conversarem amistosamente foram ter com Arthur Aquiles, na redação do seu jornal.
O “pai da imprensa paraibana” ficou impressionado com a palestra do sertanejo, dado o modo desembaraçado de narrar as coisas a ponto de lembrar nessas horas, o seu nome para correspondente do jornal em Patos-Pb.
-- “Qual major Aquiles, quem sou eu para escrever em jornal desconheço a técnica da imprensa, não tenho habilitação para desempenhar o ofício”, disse.
-- “Isso não importa, faça o que puder quero é que mande seja o que for, o mais se arranja por aqui”, retorquiu Arthur Aquiles.
Quando Xixi chegou em Patos, rabiscou sua primeira notícia, enviando-a para o grande jornalista. Este, ao deparar com o artiguete, publicou-o quase sem retoques e disse: “esbocei mais um companheiro para as lides jornalísticas de minha terra”.
Deste modo, o nosso inesquecível Xixi filiou-se à vanguarda dos fazedores de jornal e tornou-se, de fato, mesmo jornalista.
Com a subida de Álvaro Machado na política da Paraíba, ficaram os venancistas apeiados, à margem, aguardando um dia ... o toque do clarim.
Sem outros recursos ou meio, foram-se aos poucos, aconchegando ao partido dominante e, ao mesmo tempo conseguindo, alguns deles, posições de certo relevo nessa política que se plantara firmemente em todo o Estado.
Com o falecimento de José Herculano, o nosso biografado e mais alguns elementos venancistas existentes em Patos tratarem de uma aproximação com a política local chefiada por Leôncio Wanderley, Manoel Gomes e Miguel Sátiro, a exemplo do que estavam fazendo noutras partes, principalmente na Capital do Estado.
Dada a capacidade de trabalho e inteligência, ficou Miguel Sátiro superintendendo a política de Patos e posteriormente comandando só, sem mais compromissos com os dois chefes relacionados.
Nessa fase Xixi . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . da política municipal e ao mesmo tempo ia incutindo-lhe no ouvido o grande prestígio de Epitácio na política nacional. Dando-se o rumoroso pleito de 1915, surgiu de fato, a figura monumental de Epitácio Pessoa com chefe e legítimo representante de Venanâncio Neiva. Sua propaganda foi destemerosa por todo o Estado, apoiada na democratização do governo Castro Pinto. Acolitado por uma plêiade vigorosa de homens da têmpera de Genésio Gambarra, com seu intemerato jornal “A Voz do Sertão”, José Peregrino, Cel. Tota, Roldão Meira, e outros conseguiu Xixi Cabral bandear Miguel Sátiro que contava com um núcleo eleitoral apreciável para as hostes epitacistas, concurso este valiosíssimo, sem o qual não conseguiriam os URUCUBACAS, o triunfo almejado naquele pleito.
Por essa adesão de Miguel Sátiro ao partido epitacista recebeu Xixi copiosos telegramas de Epitácio Pessoa, Venâncio e Pedrosa em agradecimento pelos vantajosos serviços prestados ao partido cujo êxito foi coroado de loiros pelo concurso de Patos, Teixeira e a Capital com a adesão de Miguel Sátiro, Dario Ramalho e Inácio Evaristo, respectivamente chefes das três localidades supra mencionadas.
Tempos depois da consolidação dessa política, a grel epitacista bipartiu-se em “Guelas” e “Jovens Turcos”.
Xixi Aliou-se aos “jovens turcos” e por estes nomeado chefe da mesa de renda dos municípios de Sousa e depois de Teixeira e Monteiro, cargos que desempenhou com altivez e competência.
Tomando os “Guelas” a posição de mando com a ascensão de Camilo de Holanda à presidência do Estado, ficaram os “Jovens” desprestigiados, sendo o primeiro ato desse administrador a demissão do Xixi. Só depois, no governo Solon (chefe dos Turcos), foi reparado o ato, tendo o nosso biografado exercido, ainda, o lugar de administrador das rendas do município de Batalhão, até o governo de João Pessoa.
Era assíduo colaborador da imprensa indígena e faleceu a 13 de abril do corrente ano (1948), confortado com os sacramentos da Santa Igreja Católica, deixando entre os parentes uma saudade imorredoura acrisolada no bem que em vida lhes proporcionou.

Patos, 30.04.1948

“A IMPRENSA” -- João Pessoa – Sábado, 15 de maio de 1948

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Família Lustosa

Encontrei um site interessante que conta um pouco da história da família Lustosa. É só clicar no link.
http://www.genealogialustosa.com.br/

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14 Setembro, 2008

A barriga sob um vendaval em Wello


Semana passada bateu um ventão aqui na região. Fomos lá na praia de onde moramos pra ver como estava o mar. Reza a lenda que os ventos foram de 35 nós nós com rajadas chegando a 50. A barriga se manteve estável, sempre firme no seu rumo. Wellington Point é considerado o melhor 'point' pra prática de windsurf e kitesurf da região. Nesse dia eles baixaram todos aqui...

Aproveitamos também pra montar alguns móveis pendentes pro quarto do bebê, como essa cômoda.


Há duas semanas atrás o vagabundo e a Nerina vieram nos visitar. O tempo passou rápido e tentamos mostra a eles um pouco da região. Mas não teve jeito, como tinha jogo da Argentina (Argentina x Nigéria nas olimpíadas) e aqui em casa e o canal que transmitia não pegava direito, acabamos indo assistiro o jogo numa loja de eletrodomésticos dentro de um shopping.
Quando eles chegaram preparamos uma paella que acabaou ficando boa de primeira.


Antes do jogo da Argentina na praia de Wellington Point na maré baixa. Não parece Itaparica?
Manu e a barriga em tempos de calmaria na praia de Wello.

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03 Setembro, 2008

de volta a Internet

Finalmente nos reconectamos à internet hoje. Nós tínhamos um plano de telefone+internet que usava a rede 3G. Em princípio o plano era bem interessante, o probelma era que o sinal aqui em casa era muito fraco. Por isso, a internet caia com frequência e tínhamos que reinicializar o modem o tempo todo. Sem contar que não podíamos usar a internet e o telefone ao mesmo tempo.

Nesses últimos dias o nosso bebê cresceu e já está com 1.5kg. Fomos ao médico pra exames de rotina na segunda e está tudo seguindo normalmente.

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